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Entrevista a Miguel Serrano

Quarta-feira, 24.09.14

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Azunizar às 01:00


9 comentários

De Fada do bosque a 24.09.2014 às 23:48

Olá Tibiriçá,

"Ouvi" dizer que os grandes monstros astrais, as egrégoras, quando aqueles que as criaram se vão para o outro mundo, ganham vida própria e são capazes de durar séculos e até milénios quando alimentadas de sangue e sofrimento humano. Será que é esse o caso do nazismo? ainda mais agora com o regresso do neonazismo no fim deste Kali Yuga?

Outra coisa que o Nazismo tem interessantíssimo, é o facto de ter uma filosofia panteísta e portanto materialista e ao mesmo tempo, querer parar o tempo, o movimento, ou seja parar o Kali Yuga... é uma coisa que não faz muito sentido, porque o que queriam afinal os esotéricos de hiltler? Nada de matéria? apenas espírito? Então porquê a conquista do mundo? das fronteiras para impor uma raça de super homens? a tal raça ariana pura!...Iriam eles impô-la a todas as outras raças, tornando-as escravas? Outra pergunta pertinente é: porque se baseou Hitler na nova arma chamada Engenharia Social e para a desenvolver necessitou de cérebros judeus como a de Freud, e da sua sobrinha Ana e o sobrinho Bernays... e ainda Karl Yung, claro? Foi para fazer a hipnose colectiva que degenerou hoje nesse controlo psicotrónico, de que se queixa Serrano? Esses gnósticos hiperbóreos tão defensores das liberdades do Espírito... e da perspectiva tão negra da Feminilidade...
O que me parece é que Hilter foi o grande motor do Kali yuga, ainda mais tendo sido ele um judeu ashkenazi... ou não? Fritz Thyssen, um conselheiro de estado de Hitler escreveu no seu livro em 1941, que Hitler mandou matar o Chanceler Dolfuss da Áustria, quando este estava na posse de um dossier que continha a sua árvore genealógica, a sua verdadeira origem, pois desconfiou entre outras coisas, do seu "rasgo" para antever situações, nada normal em filhos de camponeses alemães. Incrível é que dois periódicos israelitas confirmam a sua descendência judia e ashkenazi.

Outra coisa que não faz muito sentido é a visão dos da "via esquerda" acerca da raça Ariana. A raça ariana começou há 10.000 anos, com os sobeviventes da Atlântida e neste momento vai na 5ª subraça. Dentro das Raça mãe atlante havia também várias subraças. Gostaria de saber, em que consiste o arianismo puro dos nazis, será que me pode dar umas luzes Tibiriçá? Os primeiros atlantes a dar origem aos europeus estavam nos primórdios radicados na zona hoje conhecida como Norte de Portugal e Galiza espanhola, e na Irlanda estendendo-se depois para Norte da Europa, depois para leste até à Índia e Sul, para África, para o Egipto e muitos outros países africanos.. Com o passar dos tempos esse famoso druida chamado RAM, conseguiu a sinarquia de 35 séculos de paz e que se estendeu pelo mundo inteiro, até chegarem os césares e nimrodistas... Afinal o império de sangue foi o promotor dos grandes sofrimentos e escravidão, ou não?

De Tibiriçá a 25.09.2014 às 09:07

"Ouvi" dizer que os grandes monstros astrais, as egrégoras, quando aqueles que as criaram se vão para o outro mundo, ganham vida própria e são capazes de durar séculos e até milénios quando alimentadas de sangue e sofrimento humano. Será que é esse o caso do nazismo? ainda mais agora com o regresso do neonazismo no fim deste Kali Yuga?
Fada é sabido que existe uma egrégora que se alimenta das energias cridas pelo ser humano suas emoções e principalmente pelo sofrimento, pela dor etc. E o grande vampiro dessas emoções é o Jeová dos judeus, haja vista que com eles fizeram um pacto de sangue, aquele pacto circuncisão. E é por essas e por outras que os sacrifícios ocorrem de forma incessante, veja todas as guerras, todos homicídio e todas as desgraças atuais.
Outra coisa que o Nazismo tem interessantíssimo, é o facto de ter uma filosofia panteísta e portanto materialista e ao mesmo tempo, querer parar o tempo, o movimento, ou seja parar o Kali Yuga... é uma coisa que não faz muito sentido, porque o que queriam afinal os esotéricos de hiltler? Nada de matéria? apenas espírito? Então porquê a conquista do mundo? das fronteiras para impor uma raça de super homens? a tal raça ariana pura!...Iriam eles impô-la a todas as outras raças, tornando-as escravas?
O panteismo na verdade era o paganismo, isso é, era um retorno na busca dos ancestrais da origem humana antes da queda, (quando o ser humano era regido pela intuição, pela verdade, pelo conhecimento direto) do paraíso perdido, do lar ancestral.
A conquista do mundo era para acelerar o Kali Yuga. Quanto ao super-homens era o que justamente hoje em dia buscamos, deixar de ser infra-homens (escravos) e nos tornar HOMENS nesse caso não é preciso ser super.O arianismo não é necessariamente uma RAÇA mas, uma questão de caráter que está no “sangue” é um código de ética, é uma razão de vida, é honra e lealdade.
Mais escravos do que somos nessa época? Nem Hitler conseguiria, tanto é que não conseguiu, pois os escravos prefeririam a liberdade sionista.
Foi para fazer a hipnose colectiva que degenerou hoje nesse controlo psicotrónico, de que se queixa Serrano? Esses gnósticos hiperbóreos tão defensores das liberdades do Espírito... e da perspectiva tão negra da Feminilidade...
Os conhecimentos científicos desenvolvidos pelo III Reich simplesmente foram parar em outras mãos. Não penso que seja tão negra essa perspectiva sobre a Feminilidade, pelo contrário havia muita devoção ao aspecto feminino, pelos símbolos fálicos, pelo próprio tantra que representava a ascenção do ser humano (O Homem Total) através do sexo feminino.

De Fada do bosque a 25.09.2014 às 03:21

Ainda e em resposta a Serrano, quando nega o Amor e defende o sexo tântrico, algo anti natural e portanto uma perversão que como todas, terá os seus custos... as tais perversões atómicas.
Como poderá um ser da terceira dimensão evoluir além, quando nega a Harmonia (amor eterno) e ao mesmo tempo está a negar o Além? Algo que desconhece? Amor é a característica Feminina... está desequilibrado na sua essência dual...
Entretanto respondendo em parte a Serrano, com palavras do mesmo idioma, só que este ocultista é espanhol e chama-se Roso de Luna:


“Para los panteístas y ocultistas, así como para los pesimistas, la Naturaleza no es más que una madre hermosa, pero fría como el mármol”; pero esto sólo es verdad en lo que se refiere a la Naturaleza física, externa. El observador superficial ve únicamente en ella una inmensa carnicería en donde los carniceros se convierten en víctimas y éstas, a su vez, en verdugos, cosa que mueve al fin al profano pesimista a ver en ello la prueba de que no existe nada divino en la Naturaleza,ni existe Divinidad alguna in abscóndito en ella, y al físico materialista,a su vez, le hace pensar que todo es debido en ella a mero juego de la casualidad o de las fuerzas ciegas, siendo ley tan sólo la supervivencia del más fuerte y aun del más adaptado.
Pero los Ocultistas, que consideran a la Naturaleza física como un haz de engañosas o ilusorias percepciones y que reconocen en cada dolor y sufrimiento las indispensables angustias de la procreación incesante y una serie de grados hacia una perfectibilidad siempre creciente, silenciosa influencia del Karma o dela Naturaleza en Abstracto, ven a la Gran Madre desde un punto de vista muy distinto! Desgraciados, en efecto, aquellos que viven sin sufrir!
La paralización y la muerte es el futuro de todo cuanto vegeta sin verdadera vida. Y, cómo puede haber un cambio para mejorar, sin el proporcionado sufrimiento en el grado precedente? Los que han aprendido a costa de desengaños el falso valor de las esperanzas terrestres ylos ilusorios atractivos de la naturaleza externa son los únicos destinados a resolver los grandes problemas del dolor, de la vida y de la muerte.”

Outra coisa bem estranha, é que os nazis defendiam a hierarquia e submissão pela força e/ou hipnose, tirania/oligarquia, mas por outro lado, a sua aspiração não era nem mais nem menos que ultrapassar as Hierarquias Cósmicas dos Grandes Seres e ir directos ao Sol Espiritual, o Sol Galáctico... enfim, mania das grandezas e ambição não lhes faltava. Esmagam-se os inferiores e também os Superiores.
Será que Serrano sabe que os católicos jesuítas, os do Vaticano, que perseguiu os cátaros, tem a guarda mais eficaz do mundo: os Cavaleiros Teutónicos?

Um abraço

De Anónimo a 25.09.2014 às 08:00

Fada, embora haja muita controvérsia com relação à ascendência de Hitler, é fato de que sua mãe era judia, logo o filho é judeu, é claro conforme as informações dos estudiosos do assunto. Se formos levar essa questão adiante sobre as raízes judaicas podemos dizer que mais de oitenta por cento dos brasileiros são judeus oriundos dos judeus convertidos (cristão novos). É o que diz a história. Existe uma infinidade de sobrenomes peculiares. No entanto, posso te dizer que esses oitenta por cento de brasileiros que sejam cristão novos não professam a religião judaica.
De modo que imputar a Hitler algum antepassado judaico é só para demonstrar alguma contradição ou quem sabe falta de caráter.
Penso que o Miguel Serrano está a demonstrar um contexto histórico que não foi criado pela loucura de um único ser, mas uma necessidade de se contrapor a uma realidade que até hoje está presente o Império da quantidade versus o Império da qualidade. E nos dias de hoje o Império da quantidade está vigando.
Não faço apologia ao nazismo por tudo que tenha sido em seu tempo dramático e horrível, porém reconheço que o nacional socialismo foi um contraponto à ideologia que nos domina até hoje. Há um ditado que diz: “Não podemos fazer um omelete sem quebrar os ovos” e isso é o mesmo para os paradigmas atuais.
Por tudo que conheço sobre a nossa história hoje em dia vivemos na mais eficaz ditadura e essa ditadura tem um nome de “DEMOCRACIA” a eterna ilusão de que amanhã vai dar certo. Existe no mundo, e isso é atual uma luta ferrenha entre o conhecimento e a sabedoria, o conhecimento é meramente científico e representa todo o nosso avanço tecnológico, porém a sabedoria leva o ser humano a transcender esse mundo.
Quanto ao tantra, não é da mão esquerda, nem da mão direita pelo aspecto que isso representa, (tipo negativo, tipo positivo). O tantra não nega o amor, pelo contrário ele sublima o amor, já que o nosso amor nesse mundo em que vivemos significa apego em que você precisa amar alguém (existe um sujeito e um objeto). O tantra vai além do amor terreno que significa morte, no tantra o amor significa A-MORT, não morrer.
De fato existe e estamos vivendo essa luta entre a ignorância consentida e consolidada com alguns lampejos de intuição de que alguma coisa está errada, porém muitos sequer se dão o benefício da dúvida. A propaganda midiática vai soterrando todos os dias os esforços dos mais lúcidos, seja pelo consumismo ou pela exacerbação da cultura do individualismo.
E quando falamos sobre o nazismo, há um ranço e desconfiança sobre o que seria a liberdade do ser humano. E pergunto, hoje em dia somos mais livres?
Todo mundo intimamente é um nacional-socialista e fazemos isso em nossa casa, fazemos isso nas nossas relações, fazemos isso na nossa busca íntima do eterno retorno, na busca do nosso paraíso perdido.
Buscamos dioturnamente transcender a mediocridade que “Status Quo” nos impõem.

De Fada do bosque a 25.09.2014 às 15:02

O Nacional Socialismo é um conceito, foi empregado pela sociedade fabiana... e se o amor à família, às suas raízes e Tradição, é nacional socialismo... fico então muito pouco esclarecida. Mas enfim, se discutíssemos a sério estes argumentos ficaríamos aqui dias e provavelmente neste mundo dual, não chegaríamos a conclusão nenhuma. A tal Maya. Basta ver que não admira que o nazismo tenha fracassado e que tudo que tenha ido parar a outras mãos, pois judeus a liderar um movimento assim com o apoio das corporações financeiras...

Já que Serrano nomeou Jesus e para reflectir, as palavras agora de um Rosacruz

Há seres sedentos de amor e de sacrifício que, após séculos e séculos de lutas e obras, alcançado o ápice da Ciência e do Poder, reintegrados misticamente no esplendor original de sua condição de homens, não podem suportar o espetáculo doloroso de seus irmãos ainda perdidos nos laços da paixão e ignorância. Isso os leva a serem reenviados à Criação e a participarem novamente de suas dores e de suas tentações. São missionados, os apóstolos, os místicos puros, os verdadeiros Rosa+Cruzes. Ruysbroek, o Admirável, os chama de crianças secretas do Senhor. Sua doutrina é indizível, pois eles professam que não se deve saber nada sem estar antecipadamente convencido da própria ignorância. Seu livro é o Evangelho. Sua prática é a imitação de Jesus-Cristo.

Essa teoria e essa prática parecem simples. No entanto, não há nada mais elevado a ser concebido e mais difícil de executar. As mais abstrusas especulações dos metafísicos hindus ou as autoridades mais espantosas de seus yogues desaparecem perante a terrível profundidade das máximas e dos ensinamentos de Jesus. Mas esses só podem ser compreendidos por quem já superou, com trabalho e sofrimento, a extremamente limitada natureza humana.

Falar dos Rosa+Cruzes é coisa por pouco quase impossível. Eles formam uma organização invisível. Não deram eles a si mesmos o qualificativo de “invisíveis”? Cavalheiros do Espírito, eles nada relevam a não ser o Espírito, eles não podem ser conhecidos a não ser pelo Espírito. O Espírito é livre de toda limitação, os eleva além de toda contingência. Ele lhes nutre, lhes inspira, lhes conforta. Eles lhes ressuscita após cada uma das mortes inumeráveis que constituem a existência na relatividade dos apóstolos de Deus e de Seu Cristo. Vivendo do Absoluto, eles vivem no Absoluto.

Eles próprios nos fazem compreender o mistério da união espiritual entre os irmãos através do espaço e do tempo, da união espiritual com seus pares e êmulos, discípulos do mesmo Mestre, devotados ao mesmo apostolado. Conforme o que o Cristo disse a seus discípulos: “Onde eu estiver, vós aí estareis”.

“É sempre em um período crítico que se ouve falar neles. Eles chegam na época e no país onde uma forma social, tendo atingido sua completa realização, tende já a se alterar; quando os esforços lentos e contínuos do espírito humano, em vez de convergirem, como o tinham feito até então, na constituição e na afirmação de um organismo social, de uma religião, de uma síntese científica, começam a divergir e abalam o edifício construído pelas gerações precedentes”

Assim eles têm passado, imperceptíveis, no meio dos homens, para esclarecê-los e levá-los à Vida. Eles são vindos para recordar as criaturas às palavras pronunciadas nos séculos remotos, para despertar nelas o eco, que tinha se extinguido, das vozes que fizeram vibrar antigamente os seus corações. Eles são vindos para trabalhar em prol da renovação espiritual, da obtenção por esforços cotidianos dessa luz que ilumina todo homem vindo ao mundo e que nós repelimos, que nos obscurecemos pelos nossos desejos egoístas. Essa, têm eles dito, é a única via da regeneração individual, da redenção coletiva.

“Fazer mentir o verbo superior é coisa impossível, ainda que se possa mentir em seu nome. Pois cedo ou tarde ele encontra um órgão digno de si (nem que seja por um minuto), uma boca fiel e leal (nem que seja pelo tempo de pronunciar uma palavra).

“Por esse órgão de sua escolha ou por essa boca de coincidência _ que importa? _ sua voz se faz ouvir, potente e vibrante dessa autoridade serena e decisiva que empresta ao verbo humano a inspiração do Alto. Assim, são desmentidos na terra aqueles que sua justiça condenou no abstrato

De Fada do bosque a 20.10.2014 às 22:06

Acho que devo ficar aqui as palavras sábias de Blavatsky, aquela que Hitler tão bem estudou e que por opção própria, preferiu transformar-se num mago negro... não só ele como muitos que começo a encontrar via internet e que em tudo vêem o mal, a perfídia, a desconfiança, preferindo culpar outros, vendo-se num espelho, do que olhar para si mesmos. O meu amigo pode ser confuso, mas de otário nada tem, desculpe Tibiriçá:



"Há quatro nomes (entre muitos outros) para designar as várias espécies de conhecimentos ou ciências esotéricas, ou mesmo exotéricos Puranas. São elas: 1) Yajna Vidya - os conhecimentos ou forças ocultas que podem ser despertadas na Natureza a partir de certas cerimónias e ritos religiosos
") Mahavidya, ou "magnífico conhecimento" a magia dos cabalistas e das seitas Tântricas , quase sempre feitiçaria da pior espécie praticada pelos Dugpas

3) Guhya Vidya, conhecimento das forças místicas que habitam no som (éter ou Akasha, presentes por conseguinte nos mantras (preces e ladaínhas cantadas) segundo o ritmo e a melodia usados. Por outras palavras, um espectáculo de magia baseado no conhecimento das forças da Natureza e em sua correlação.
4) Atma Vidya - palavra cuja tradução é simplesmente "Conhecimento da Alma", a Verdadeira Sabedoria segundo os orientalistas (não orientais) mas cujo significado é muito mais amplo do que esse. Esta última é a única modalidade de ocultismo que os teosofistas e aqueles que são os admiradores da "Luz no Caminho" que se querem sábios e altruístas, se deveriam esforçar por obter. Tudo o mais não pasa de um ramo ou de outro das "ciências ocultas", ou seja, métodos que visam ao conhecimento da essência última de tudo quanto existe no Reino da Natureza - como os animais, as plantas e minerais, logo dos factos que dizem respeito ao domínio da natureza material, por mais que tal essência continue invisível e escape a compreensão da ciência. A Alquimia, a Astrologia, a Fisiologia oculta, a quiromância existem na Natureza, sendo que as ciências exactas- assim chamadas porque nessa época de filosofias paradoxais talvez elas constituam o exacto reverso disso, a exactidão - já reconheceram vários métodos acima relacionados."

De Fada do bosque a 20.10.2014 às 22:07

Continuação:

"Mas a clarividência , simbolizada pelo "Olho de Shiva" ou denominada "Visão Infinita", no Japão não se confunde com o hipnotismo, rebento bastardo do mesmerismo e não pode ser obtida por meio de métodos como esses. Outros métodos ainda poderão ser desenvolvidos e proporcionar resultados, sejam bons ou ruins. São no entanto de pouco valor do ponto de vista da Atma Vidya, que abrange a todos, podendo até mesmo recorrer a eles ocasionalmente para propósitos benéficos, não sem antes purificá-los das suas impurezas e despojá-los de qualquer manifestação egoísta. Para ser mais claro, qualquer homem ou mulher pode-se dedicar ao estudo de um de todos os "métodos ocultos" acima especificados, sem para isso contar com preparo muito complexo, ou mesmo sem precisar adoptar uma disciplina por demais rígida. Poder-se-ia até mesmo prescindir dos Princípios sublimes da Moralidade. Admitindo-se essa hipótese podemos antecipar-nos que cada um em cada dez estudantes acabaria por se transformar num feiticeiro, até mesmo decente... e então descambaria para a magia negra. Mas pode-se perguntar; e daí? Os Vudus e os Dugpas comem, bebem e divertem-se com as hecatombes produzidas por suas artes infernais. E não é de outro modo que procedem os gentis cavalheiros legistas e "os hipnotizadores diplomados" das faculdades de medicina; a única diferença no caso é que os Guptas e os Vudus estão conscientes disso, ao passo que os médicos da psique são feiticeiros inconscientes (nota minha: o mesmo não se passou no séc XX com Hitler e seus psiquiatras e psicólogos experimentais).
Pois repetimos que o hipnotismo e a autópsia como praticados, não passam de pura e simples feitiçaria, sem o conhecimento que possuem os Vudus e os Dugpas, conhecimento este que nem 50 anos de árduas pesquisas e observações experimentais da dita ciência, poderão alcançar. Deixem pois aqueles que querem se meter com a magia a qualquer preço, compreendendo ou não a sua natureza, aqueles mesmos que consideram muito duras as exigências impostas aos estudantes, e assim colocaram de parte o Atma Vidya, ou ao ocultismo, passarem sem eles. Deixemos pois nem que para isso se transformem em vudus ou dugpas nas próximas 10 encarnações,
Mas pode ser que os nossos leitores estejam interessados naqueles que sejam inexoravelmente atraídos para o "oculto", embora não façam ideia da verdadeira natureza daquilo a que aspiram, nem que se tenham tornados resistentes à paixão ou, muito menos do que isso, capazes de autêntica generosidade.
Deveríamos indagar pois, o que é feito desses desventurados, dilacerados que são pois, por forças conflitantes. Já se disse e muitas vazes que para que seja preciso tornar a fazê-lo, , sendo um dado patente para qualquer observador, que uma vez que tenha o desejo pelo ocultismo realmente despertado no coração do homem, não resta para ele qualquer esperança de paz. nem lugar para algum alívio e sossego em todo o mundo. Ele é impelido para os espaços selvagens e desolados da vida por um tormento invencível e sem fim (não faz lembrar ninguém aí do Brasil?). O seu coração está ainda cheio de paixões e desejos egoístas para que lhe seja permitido transpor os "portões dourados; já não encontrará sossego nem paz na vida de todos os dias. Deve por isso deixar arrastar-se para a magia negra e para a feitiçaria acumulando uma encarnação após outra um terrível karma para si. Não haveria outra saída?"

Helena Blavatsky

Um grande abraço.

De Fada do bosque a 20.10.2014 às 22:43

Continuação

"Em verdade, há, respondemos. Esperemos que ele não aspire mais do que sente capaz de alcançar. Esperemos até que desista de carregar uma cruz muito pesada para as suas forças. Sem nem mesmo exigir dele que se torne Mahatma, um Buda ou um Grande Santo, mas apenas que estude filosofia e ciência da alma. Esperemos que se torne um modesto benfeitor da humanidade sem qualquer poder "sobre-humano". Os Siddhis ou os poderes de Arhat destinam-se apenas áqueles capazes de viver a vida, de aceitar os terríveis sacrifícios exigidos por tal disciplina e aceitá-los ao pé da letra, sem mais. Esperemos que aprenda de uma vez por todas e jamais esqueça o verdadeiro ocultismo ou teosofia consiste na "GRANDE RENÚNCIA" ao EU, renúncia incondicional, absoluta, tanto em acto quanto em pensamento. ALTRUÍSMO: aquele que o pratica deixa de fazer parte do mundo dos vivos: Não para si, mas para o mundo em que ele vive: e assim será, tão logo lance mãos à obra. Durante os primeiros anos de provação muita coisa é esquecida. Mas não antes que tenha ele aceite que a sua personalidade deve desaparecer e não ser mais que uma força benéfica da Natureza. Depois disso só tem pela frente duas saídas, duas estradas: ou terá de seguir laboriosamente degrau a degrau, uma após outra as várias encarnações, sem pausa nem pouso, a escadaria dourada que o leva a Mahatma- ou então por descuido despencará escada abaixo e o primeiro passo em falso o rolará até ao dugpa."
HPB

Tantas pessoas influenciadas hoje pelo neonazismo, ou nacional socialismo... sinais dos tempos de mudança. Cada um escolhe o seu rumo... consciente ou inconscientemente.

Desculpe algumas gaffes de ortografia e pontuação ao passar do livro... mas dá para entender, penso eu.

De novo, um abraço e tudo de bom.

De Fada do bosque a 20.10.2014 às 23:12

Quanto ao Serrano e hiperbóreos e a "sublimação do "amor", no seguimento, com as palavras da mesma autora:

"Tudo isso é ignorado ou então mantido longe dos olhos. Todavia se alguém seguir a silenciosa evolução das primeiras aspirações dos candidatos, quase sempre acabará por descobrir estranhas ideias a se apossarem tranquilas de suas mentes. Há aqueles cujas faculdades de raciocínio foram já tão afectadas por influências ALIENÍGENAS, que chegam a imaginar que as paixões sensuais podem ser sublimadas e intensificadas a tal ponto, que toda a sua fúria e força e o seu furor, voltam-se por assim dizer, para dentro. que podem ficar armazenadas, encerradas no peito até que sua energia não ampliada, mas dirigida para finalidades mais altas e sagradas: ou seja, até que a energia colectiva e potencial, torne os seus possuidores capazes de ingressar no Verdadeiro Santuário da Alma e aí se defrontarem com o Mestre - O EU SUPERIOR. Para tanto julgam desnecessário combater ou eliminar as suas paixões. Simplesmente por um forte esforço de vontade, pretendem apagar as chamas impetuosas e mantê-las atormentadas dentro dos limites das suas naturezas, permitindo ao fogo arder sob uma fina camada de cinzas. Submetem-se risonhamente à mesma flagelação do menino espartano, que para não se desfazer da sua raposa, deixou que ela lhe devorasse as entranhas. Ó pobres cegos visionários!"

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