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Delírios?

Terça-feira, 05.08.14




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publicado por Azunizar às 02:18


6 comentários

De Fada do bosque a 05.08.2014 às 16:31

Olá Tibiriçá,
São os pequenos ditadorzinhos, com um ego do tamanho do mundo, que nos impedem de evoluir, pois seu lema é dividir para governar e ter poder. O homem está prisioneiro de um cérebro lateralizado pelo pensamento dos opostos... ou preto, ou branco, ou bom ou mau, ou esquerda ou direita, e não conseguem viver sem este tipo de pensaento... e o ego é dono e senhor. Só resta esperar que mais uma vez se destrua a si mesmo, porque nisto a culpa é de quem segue e de quem gosta e precisa ser seguido. Krishnamurti bem quis inspirar ao humano que somos apenas um... mas ninguém o entendeu. O cascão está muito endurecido... digo o ego e a culpa não é senão nossa.

Aqui vai uma pequena ajuda:

"Diz-se que nesse mundo, onde reina uma temperatura ideal, os habitantes aparentam uma extraordinária juventude, pois dominam o processo de regeneração das células e fruem uma vida eugénica, em harmonia com as leis da Natureza. Não admira. Desde a sua interiorização, após os cataclismos de Mu, a evolução dessa humanidade prosseguiu sem qualquer solução de continuidade. E se nos lembrarmos que a civilização atlante havia atingido no seu apogeu, antes da catástrofe, um nível nem de longe conquistado pela humanidade actual, à face da Terra, então compreenderemos que homens que atingiram a dimensão de deuses, sob a égide
do excelso Senhor do Mundo, Melki-Tsedek, deslocando-se em poderosas aeronaves, os
«discos voadores», nos vigiam como irmãos mais velhos, acompanhando paternalmente os nossos passos ainda incertos e infantis, desde o silêncio do Coração da Terra, lá onde o Verbo ressoa ao ritmo Universal.

P. — Não duvida, então, da existência dos «Discos Voadores» nem da sua origem
intraterrestre?

R. — Com certeza que não. O escritor Desmond Leslie, de parceria com o astrónomo George Adamski, no livro «Flying Saucers Have Landed», demonstra, à saciedade, a permanência de um subtracto relativo aos Discos voadores na tradição oral, escrita e monumental de todos os povos. Leslie cita uma vasta e pormenorizada bibliografia muito útil às pessoas interessadas no estudo deste problema. É proveitosa, também, a leitura das obras de James Churchward, as quais contêm abundantes sugestões acerca da natureza dos veículos aéreos utilizados no continente perdido de Mu. (...)
Na verdade, os Vimanas — forma que preferimos à dos Discos-Voadores — são de origem intraplanetária, saindo e penetrando pelas grandes embocaduras polares e outras mais. Existem várias bases de Vimanas disseminadas pela superfície do orbe, umas de carácter planetário, outras, estações de inter-comunicação planetária, como na cordilheira dos Andes, no maciço dos Himalayas, em certas ilhas do Pacífico.
Contudo, é-nos necessário admitir que nem todos os veículos interplanetários terão origem intraterrestre, porquanto, muitas das astronaves que nos visitam provêm, não só, de outros planetas do nosso sistema, como de outros sistemas solares e, até, de outras galáxias. No que concerne ao nosso sistema solar, sempre se manteve uma ininterrupta permuta e um assíduo contacto, desde tempos imemoriais, entre o nosso planeta e o restante conjunto planetário, a partir dos mundos subterrâneos. Referimos que cada região, ou Dwipa, de Agartha possui um estado característico de consciência. Pois bem, podemos aduzir, e aqui faremos uma pequena revelação, que cada cidade de Agartha, como expressão ideoplástica da arquitectura cósmica, representa um dos planetas considerados sagrados (isto é, ao nível de evolução interplanetária) do nosso Sistema sideral.
Ora, este facto justifica, por si só, os frequentes relatos que nos descrevem tripulantes dos Vimanas falando um inglês fluente, impecável, ou outro idioma terreno qualquer, tentando explicar ao surpreendido terrícola a sua proveniência de Vénus ou de Marte...
Sem desejarem denunciar a sua origem intraterrestre, a sua procedência da Paradesha
Imortal, habilmente mascaram um certo tipo de verdade com outra verdade... não menos
verdadeira!

P. — Referiu-se à Organização Sinárquica de Agartha; tem a sinarquia agartina qualquer
semelhança com sistemas sócio-políticos conhecidos? (...)

Anónimo de Sintra

http://www.cpeubiose.org/artigos/Anonimo_de_Sintra-Olimpio_Goncalves.pdf

Um abraço

De Azunizar a 05.08.2014 às 22:46

Não sei se é um equívoco, mas para o meu conhecimento o que existe é a sinarquia de Shambala que controla e interfere no mundo.

De Fada do bosque a 05.08.2014 às 23:00

Acredito até que sim, mas não acredito que a possamos combater... muito menos com ódio e guerra. Daí o caminho do meio.

De Fada do bosque a 05.08.2014 às 17:07

Mais pistas... o que não falta, são pistas:

https://www.youtube.com/watch?v=OR7VJKH-wYw

https://www.youtube.com/watch?v=sajCNtnk3dA

É a própria humanidade que se vai auto extinguir, por via da sua energia psíquica... e é cíclico. Realmente as hostes negras escondem isso, para terem bastante alimento, o caso do Vaticano e império romano que ainda dura... e são quem "reina". Sabe que certos conhecimentos em certas mãos, só poderia dar no que deu...

Um abraço

De Azunizar a 05.08.2014 às 23:03

Podemos sim chegar a extinção, quero crer que talvez seja o fim de uma "cultura" o fim de um paradigma, o fim de uma civilização do jeito como a conhecemos, o fim de uma forma de vida e de viver. Coisa que para nós que só conhecemos essa forma, pode nos ser muito caro. Já que somente pensamos e idealizamos um arremedo melhorado de como vivemos. Sequer podemos supor algo diferente disso. Extinção, sim, destruição não. Não se pode destruir o "incriado", só se pode "destruir"no sentido transformar aquilo que é "pretensamente criado". Nem a nossa suposta "morte" significa aniquilação, é uma contradição de princípio. Esses vídeos que coloco são em realidade pequenas peças que podem ajudar a perceber que há outras opiniões nessa nossa egrégora que existe um desenrolar simultâneo de fatos, comuns e inusitados, a minha "res cogitans" e a minha "res extensa" assim como de todos sofre com a mesma "cultura".

De Fada do bosque a 05.08.2014 às 23:08

Concordo em absoluto consigo Tibiriçá!... e a pergunta no título é por demais esclarecedora. Tanto é, que para a grande maioria, são mesmo delírios...

"Ninguém está mais irremediavelmente escravizado do que aqueles que falsamente acreditam que são livres."
- Johann Wolfgang von Goethe

E não é que quase todos assim o pensam?
Um abraço

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